segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Falso médico é preso na Baixada

Policiais da Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Saúde Pública (DRCCSP) prenderam nodomingo um falso médico que atuava como obstetra no Hospital de Clínicas de Belford Roxo, na Baixada Fluminense. Ele atendeu quatro pessoas pela manhã, sendo que uma delas era uma policial disfarçada de paciente, que o prendeu em flagrante. Silvino da Silva Magalhães, de 40 anos, é estudante de medicina do 9º período da Unig (Universidade de Nova Iguaçu). De acordo com o titular da DRCCSP, Fábio Cardoso, o universitário usava um carimbo com o nome dele e outro com o nome do dono da clínica. Silvino alegou estar sendo supervisionado, mas a equipe que fez o flagrante não encontrou médicos no local no momento. Os atendimentos por falsos médicos estão cada vez mais comuns. Em julho deste ano, o estudante de medicina Alex Sandro de Souza deu alta médica para a menina Joanna Cardoso Marins, de cinco anos, mesmo ela estando desacordada. A criança morreu no dia 13 de agosto

Proposta para segurança pública

Para a segurança pública, a idéia é propor uma emenda na legislação penal para que haja a aplicação máxima das penas de forma que elas só sejam reduzidas através do trabalho dos detentos dentro das cadeias. Ao mesmo tempo, os presídios deveriam se tornar instituições privadas, enquanto a fiscalização ficaria sob a responsabilidade do Ministério Público.

Calixto: há carências em todos os setores

O corpo a corpo com eleitores têm animado o coronel Calixto Barbosa, candidato a deputado federal pelo PR. Por onde passa, recebe apoio de moradores e comerciantes e, como resposta, ele garante que lutar para conseguir recursos para o município, é a sua principal meta. Isso porque, em sua visão, Petrópolis não é carente apenas de alguns serviços.


Para o candidato, a cidade precisa de investimentos em todos os setores, entre eles, saúde, educação e segurança. Ele lembra que no caso da habitação, milhares de famílias carentes continuam vivendo em áreas de risco ou recebendo o aluguel social. “Apenas nas áreas de risco, são mais de 10 mil famílias. Temos que trabalhar para conseguir recursos e garantir a construção de casas populares”, diz Calixto Barbosa.

Na última semana, o candidato visitou Corrêas, Itaipava, Três Rios. Também participou do encontro sobre Fé Política com o bispo de Petrópolis, Dom Filippo Santoro, que apresentou orientações e os critérios que devem ser observados pelo povo na hora de escolher um candidato. “A iniciativa da Diocese de Petrópolis deve ser parabenizada e copiada por outras entidades, como por exemplo, a OAB – Ordem dos Advogados do Brasil e Ministério Público, órgãos realmente comprometidos com a população”

Matéria publicada no jornal Tribuna de Petrópolis

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Pedágio vai a R$ 7,70 nesta sexta-feira

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) mais uma vez não atendeu ao apelo dos petropolitanos e autorizou o aumento de 2,67% do pedágio da BR-040, causando mais prejuízo para a cidade. O anúncio do reajuste deixou empresários e vereadores preocupados com o prejuízo que este aumento vai causar na economia da cidade e para quem usa diariamente a estrada, seja de carro ou de ônibus, como o universitário Vitor de Souza Colimodio, que gasta, em média, R$ 500 mensais de passagem para o Rio
Todos os dias, Vitor Colimodio vai para o Rio,  para a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde cursa engenharia civil, e paga por causa do pedágio R$ 0,46 e a partir de sexta-feira passa a pagar R$ 0,47. Ele comentou que a diferença será de um centavo, “mas para quem paga diariamente, no final do mês acaba pesando no bolso”.
Para ele, assim como para outros estudantes e petropolitanos que trabalham no Rio, o preço do pedágio poderia ser mais barato, o que ajudaria no custo final da passagem para quem tem que ir para o Rio diariamente. O custo também fica pesado para quem freta ônibus, pois as empresas acabam diluindo entre os passageiros o valor do frete, oe  mesmo acontece para quem usa o transporte intermunicipal, que paga o valor do pedágio, como mostrou Vitor Colimodio ao apresentar o tíquete da passagem.
O caminhoneiro Jorge Lisboa, diretor do Sindicato do Caminhoneiros, disse que o aumento do pedágio causa grande impacto e prejuízo aos motoristas de caminhão. De acordo com ele, as transportadoras passam o preço para a população e não pagam o mesmo para os caminhoneiros, que perdem diariamente R$ 0,20. “Ao final do mês, é um prato de comida que o caminhoneiro perde por causa do aumento do pedágio”.
Jorge Lisboa também criticou a forma como o aumento é concedido, frisando que os motoristas de caminhão são os últimos a saber e os primeiros a ter prejuízo. Ele voltou a cobrar um posicionamento das autoridades sobre o assunto, afirmando que a Concer e a ANTT estão desrespeitando a população petropolitana e os caminhoneiros.
O presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Rio de Janeiro, Jesus Mendes Costa, disse que o aumento causa grande prejuízo à economia da cidade. “É o pedágio mais caro do país, numa estrada com o trecho de maior movimento”. Ele disse que o pedágio da BR-040 foi criado quando os pedágios eram novidade e foi feito com um custo de manutenção elevado, por um longo período, que precisa ser revisto.
Jesus Costa disse ainda que a cidade é turística e tem um grande pólo de negócio, “que está sendo prejudicado ao longo dos anos pelo alto custo do pedágio”. Ele defende, assim como outros empresários, que o poder público interfira para que seja feita uma revisão no valor.



Fonte: Tribuna de Petrópolis


Apesar de previsto em contrato, esse reajuste só aconteceu porque Petrópolis e Duque de Caxias, os dois municípios mais prejudicados com esse aumento, não contam com um representante realmente preocupado em defender a população, na Câmara dos Deputados, em Brasília. É preciso ter pulso forte pois são os trabalhadores, principalmente aqueles obrigados a passar pelo trecho diariamente, os mais prejudicados. Este é o momento de tomar uma atitude!

sábado, 28 de agosto de 2010

Depois de confronto no Chácara Flora, drogas levam medo ao Alto da Serra

O confronto entre policiais militares e o traficante Eduardo Francisco dos Santos, morto por homens do Batalhão de Operações Especiais (Bope), na madrugada de terça-feira, em uma servidão no Chácara Flora, deixou ainda mais apreensivos os moradores de casas vizinhas à Igreja de Santo Antônio, no Alto da Serra, onde o movimento de consumo e venda de drogas em uma escadaria já os preocupava há mais de um mês. “Depois do que aconteceu lá, ficamos mais assustados, com medo que algo semelhante possa acontecer também aqui nessa escadaria. Nossa maior preocupação é que em um caso como este, de confronto do bandido com a Polícia, alguém pode se ferir. Estamos todos muito assustados”, disse um morador da Rua Santo Antônio.
O movimento de usuários de drogas e traficantes naquele local vem sendo denunciado há mais de um mês pelos moradores das ruas Santo Antônio e Padre Anchieta. Temendo represálias, eles preferem não se identificar, mas contam que a situação no local é crítica. “O movimento ali tem sido constante. O pessoal vende drogas, cheira cocaína e consome crack, em plena luz do dia. Estamos todos muito assustados, principalmente depois do que aconteceu nessa semana. Nosso maior medo é o aumento desse consumo de crack, pois sabemos que essa droga deixa a pessoa mais violenta”, comenta uma moradora.
Estudantes e mulheres que precisam passar pela escadaria para chegar em casa já se sentem ameaçados. À noite a situação é ainda mais complicada, pois os moradores têm como alternativa passar por uma rua escura ou enfrentar o risco passando pela escadaria.  “Tem mulheres que trabalham fora, voltam à noite e precisam subir por aqui sozinhas, e é muito perigoso”, acrescenta outro morador.
Eles contam que eventualmente presenciavam jovens consumindo maconha, mas afirmam que no último mês elementos estranhos passaram a frequentar o local. “Percebemos que uns homens estranhos, mal-encarados, que não são daqui, passaram a frequentar a escadaria. Eles passaram a vender e consumir crack no meio da rua, sem se importar com as pessoas que estão passando. Todos os dias, vemos pessoas usando drogas aqui em plena luz do dia. Os moradores já chamaram a Polícia, mas não sabemos por que eles não vêm”, conta uma moradora, frisando que a escadaria é um local conhecido por ser um dos principais acessos à igreja.

Fonte: Tribuna de Petrópolis

Conforme matéria publicada pela Tribuna (postagem anterior), frequentemente tenho recebido denuncias de moradores do Alto da Serra, falando sobre a criminalidade do local. Apesar do 26º BPM estar fazendo o seu trabalho, é necessário lutar pelo reforço do efetivo do batalhão de Petrópolis. Além destes recrutas que estão se formando agora - a expectativa é de que permaneçam na unidade - são necessários mais homens para garantir a segurança de todo o município, que ocupa uma área de quase 800 km² e conta com uma população superior a 312 mil habitantes. É por essas pessoas que quero lutar na Câmara dos Deputados.

Candidato pelo PR quer soluções para insegurança

Saúde e falta de segurança em algumas regiões do município, são as principais reclamações que o coronel Calixto Barbosa, candidato a deputado federal pelo PR tem recebido em visitas nas comunidades. Nos últimos dias, além de uma reunião com pastores em Corrêas, ele caminhou pelo Alto da Serra, palco de uma troca de tiros entre policiais militares e um traficante que, por mais de sete horas, manteve como refém uma adolescente de 16 anos.
“Como policial militar, sempre fiz questão de manter contatos mais estreitos com a população, principalmente com as lideranças comunitárias. Dessa forma, adquiri a confiança do povo que, hoje, se sente à vontade a falar sobre os problemas”, disse o candidato, revelando que, no Alto da Serra, a principal reclamação é sobre a movimentação do tráfico de drogas. “Não podemos permitir que traficantes tomem conta de nossa cidade. Operações em combate ao tráfico tem sido realizadas pela PM, porém, temos que lutar pelo reforço do efetivo do 26º BPM”, opina.
Além do Alto da Serra, o coronel Calixto Barbosa visitou bairros adjacentes e fez caminhada pelas ruas do Centro da cidade. Durante a semana, sua agenda se estendeu até Duque de Caxias, onde a reivindicação de moradores ainda é relativa à falta de saneamento básico. Na sexta-feira, também estava prevista um encontro com pastores e membros da Igreja Batista , com o objetivo de apresentar as suas propostas, enquanto no sábado a agenda era uma visita à Comunidade Habitat, em Três Rios, além de visita à Comunidade da Grota, na localidade dos Frias, em Corrêas. 

Matéria publicada no jornal Tribuna de Petrópolis

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Padronização do ensino entre escolas públicas e particulares

As diferenças entre o ensino público e particular sempre me chamaram a atenção. É claro que muitas escolas de responsabilidade do estado ou dos municípios, acabam se destacando, mas isso não é frequente. Na minha opinião, um dos motivos é o pouco incentivo dados aos professores. Mas, a consequência, é que os estudantes são prejudicados. Além de salários dignos a estes profissionais, na Câmara dos Deputados, meu objetivo é propor uma padronização do ensino entre as duas redes e também estimular os cursos supletivos, para aqueles que, por algum motivo, não conseguiram concluir os estudos.